quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O sono fortalece o cérebro


O sono ajuda a mente a ficar mais forte!

Se não descansa o suficiente compromete o seu desempenho mental, a sua produtividade e o controlo das suas emoções.

Precisa de 7 a 8 horas de sono diárias para ter um descanso bom, apesar de cada pessoa ter necessidades diferentes para se sentir bem.


Se costuma ter insónias ou dificuldades ao dormir frequentes procure ajuda para resolver o problema - As implicações da falta de sono, além de deixarem o cérebro enfraquecido, aceleram a destruição de neurónios (Alzheimer), causam acidentes e perde qualidade de vida!


O stress e os horários irregulares, afetam a qualidade e a quantidade do descanso, o que poderá provocar alterações cognitivas, falta de memória e menor concentração.

Se não descansa o suficiente compromete o seu desempenho mental e a sua produtividade e o controlo das suas emoções.

Precisa de 7 a 8 horas de sono diárias para ter um descanso bom, apesar de cada pessoa ter necessidades diferentes para se sentir bem. Se costuma ter insónias ou dificuldades ao dormir frequentes procure ajuda para resolver o problema - As implicações da falta de sono, além de deixarem o cérebro enfraquecido, aceleram a destruição de neurónios (Alzheimer), causam acidentes e perde qualidade de vida!

É um dos fatores mais importantes para o desempenho do cérebro, estimula a memória, arquiva as memórias importantes, desenvolve a inteligência, melhora a coordenação de movimentos, aumenta a criatividade e melhora a aprendizagem e até ajuda a controlar melhor as emoções. É enquanto dormimos que o cérebro aperfeiçoa as tarefas importantes para o seu bom funcionamento e para se regenerar.

O stress e os horários irregulares, afetam a qualidade e a quantidade do descanso, o que poderá provocar alterações cognitivas, falta de memória e menor concentração.


Quando as preocupações não param



Não vou perguntar-vos se o copo, está meio cheio ou meio vazio!

Mas, coloco a seguinte questão – Quando estão a segurar um copo, costumam pensar no seu peso?

Na verdade, o peso exato não é importante, só interessa, para ser mais percetível a analogia, que pretendo demonstrar entre o copo e as sensações negativas.

O peso do copo só é relevante, dependendo do tempo que o seguram. Se o segurarem por um minuto, não pesa nada, se o segurarem durante muito mais tempo, ficaram com dores no braço de menor ou maior intensidade, em função do tempo que o seguraram.

Apesar do peso do copo, ser sempre o mesmo e de não se alterar, acontece que quanto mais tempo o segura, mais pesado se torna.

As preocupações, dilemas ou qualquer outra sensação incomodativa, são como um copo que segura na mão, podem contribuir para aumentar o nosso nível de stress. E como é que isso acontece?

Se pensar nos problemas, durante algum tempo não lhe acontece nada. Se pensa nos dilemas muito tempo, começam a perturbar e aumentam a ansiedade. Mas, se não deixar de pensar nas mesmas preocupações, durante dias ou semanas, ficam angustiados, bloqueados, sem reação para agir e resolver novas situações.

Sugiro que nas próximas preocupações, percebam qual o momento certo, em que devem largar o copo. Evitando também, sentimentos de culpa quando os problemas não dependem exclusivamente de si para serem resolvidos.


Aprenda a gerir prioridades


O aumento da ansiedade e do próprio stress, está muitas vezes relacionado com o nosso desejo de controlar, tudo o que acontece à nossa volta, e de querer antecipar em pensamento o que irá acontecer, não deixando fluir o seu percurso normal. Aprender a aceitar que as circunstâncias externas não dependem, na maior parte das vezes de nós, ajuda a diminuir em parte a nossa ansiedade.

Nos momentos em que andamos mais agitados, precisamos de ter à nossa volta as coisas organizadas, seja no trabalho ou em casa, mas o que acontece nessas alturas, é geralmente o contrário, a desorganização é maior que em alturas de maior tranquilidade. Essa constatação ainda aumenta mais os níveis de stress, o que contribui para aumentar ainda mais, a necessidade de controlar o caos à nossa volta, este ciclo só incrementa a agitação interna.

É um conflito interno que se instá-la e começa a influenciar o nosso dia-a-dia, contribuindo para aumentar ainda mais o nosso estado de tensão. Ao ter consciência do que está a acontecer, pare, planeie e organize as tarefas por etapas mas, estabeleça expectativas realistas para as terminar. Sem desejar realizar tudo ao mesmo tempo.

A quantidade de tarefas que temos de desempenhar, é uma constante nos nossos dias mas, nem sempre dispomos de tempo para fazer tudo o que queremos, mas ter objetivos irrealistas ajuda. 

O tempo para alcançar os objetivos pretendidos, é um dos fatores de maior stress. O tempo é escasso para realizar tudo o que queremos e, se por um lado, ficamos aquém do proposto, por outro a nossa agitação interna aumenta ainda mais. Consequentemente, surge a sensação de frustração. 

Andamos sempre apressados, porque estamos sempre atrasados para a atividade seguinte. Estamos num local e, já deveríamos estar noutro. Não saber gerir o tempo, só aumenta a nossa tensão interior.

É importante lembrar-se de:

*Definir tarefas e prioridades, ajuda não entrar em stress;

*Estabeleça objetivos realistas e prioridades. Realizar primeiro as atividades mais importantes no tempo que dispomos;

*Gerir o tempo para cada uma das atividades;

*Deixar fluir as coisas, tentando não controlar tudo, muito menos o que não depende de si.

5 Sugestões eficazes para gerir prioridades

Prioridade vem do latim, prior que significa anterior, a prioridade faz referência à anterioridade de algo relativamente a outra coisa, seja em termos de tempo ou de ordem. Aquilo ou aquele que tem prioridade encontra-se em primeiro em comparação com outras coisas ou pessoas.

Prioridade é fazer o que é mais importante ou o que deve ser realizado em primeiro lugar. Os fatores que contribuem para as definir, são geralmente tempo e o dinheiro.   

1- Definir as prioridades – Quais são as suas? A maior dificuldade é saber quais são, especialmente quando existem inúmeras prioridades para fazer quase ao mesmo tempo. Analise, escreva e atribua-lhes uma ordem para alcançar os objetivos que deseja. Podem ser várias, mas convém ser separadas por áreas, para visualizar melhor, tais como, trabalho, família, viagens, compras…

2- Existir motivação – É preciso sentir que existe uma razão para essa prioridade. É esse o motivo em que deve pensar para manter motivação.

3-Não pense no que tem de fazer depois - Após ter enumerado as prioridades por áreas, concentre-se na prioridade mais importante por área e tente esquecer as restantes. Assim evita pensar em tudo o que tem para fazer.

4-Escolha o local ideal em que deve realizar cada uma das prioridades. Procurando evitar todos os estímulos impeditivos para a sua concretização.
5- Determine horários fixos – Se cumprir o horário estabelecido, vai conseguir fazer o que definiu e, concentre-se no que está a fazer, aumentando a produtividade. 


Imagine agora que os acontecimentos na sua vida são semelhantes ao  transito  caótico numa grande cidade... e tem de conduzir todos os dias...pode não gostar, mas mais tarde ou mais cedo habitua-se... é o mesmo que acontece com os sentimentos inconstantes. É recomendável que se aprenda a gerir as emoções para alcançar maior autocontrole.

Vamos imaginar um
 
semáforo sempre que for preciso lidar com algumas emoções que provoquem alguma instabilidade emocional.

Com o recurso deste semáforo imaginário, é possível fazer uma melhor gestão dos sentimentos, ajudando-nos a perceber qual a melhor maneira de obter uma ação mais eficaz. É uma boa estratégia para se aprender a controlar os impulsos emocionais mais desestabilizadores.

Como controlar os impulsos e gerir sentimentos com o 
SEMÁFORO

Luz vermelha

1. Procure acalmar-se e pense antes de agir! 

Luz amarela

2. Pense em determinado problema e no que sente, relativamente ao mesmo
3. Procure novos objetivo positivos para o resolver
4. Examine as várias situações possíveis 
5. Analise as consequências


Luz verde

6. Avance e tente seguir com o melhor plano!








A maior das doenças - O Medo



O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta originado pelo receio de fazer alguma coisa, se nos sentimos ameaçados, tanto fisicamente como psicologicamente.

É uma reação que ocorre quando um estímulo físico ou mental, gera uma resposta de alerta no organismo para a pessoa fugir ou lutar.

O medo proporciona em nós um estado de alerta, provocado pelo receio de fazer algo, quando nos sentimos ameaçados, ocorre para nos proteger.

Mas, existem outros momentos em que sentir medo pode ser um impedimento no nosso quotidiano e, nesse momento, o medo deixa de ser natural e transformar-se numa doença -fobia- causando sofrimento psicológico e a comprometer por vezes até as relações sociais.

Aprender a lidar com determinados medos é um processo, às vezes um pouco difícil, mas é a única forma de os ultrapassar e vencer, reconhecê-los, aceitá-los e  ter vontade de os enfrentar é o primeiro passo para atingir o que deseja... especialmente quando consegue perceber, que se perde mais do que se ganha e, depois pode constatar que afinal compensou e que não era assim tão limitador ou apavorante como pensava.

É importante superar os seus medos e todos os receios para não passar a vida a ter de fugir deles. Ter o poder de desfrutar de tudo o que deseja e não ter de contornar ou fugir dos objetivos, é conseguir viver os acontecimentos, mesmo que alguns façam sofrer...é sempre melhor do que não viver com medo do que acontecerá.

Viver poderá conter alguns riscos...mas não viver com medo das consequências, será sempre pior do que não deixar fluir e aprender com as novas experiências.

Toda a nossa vida toda é feita de escolhas e consequências, é para tal muitas vezes temos de correr alguns riscos. Risco de fracassar, de deceção, de rejeição...é necessário ponderar as tomadas de decisão para não ter consequências irrefletidas, mas ficar parado com medo de enfrentar alguns obstáculos pode também limitar-nos ao não descobrir prazeres incalculáveis.

Antes de sentir medo, a pessoa sente ansiedade, por antecipar o contacto com a situação que considera ameaçadora. Sendo assim, é possível traçar-se uma escala de níveis do medo, no qual, o máximo seria o pânico e, o mínimo, uma leve ansiedade.

Se controlar os seus pensamentos pode controlar os seus medos e, consequentemente os seus comportamentos e viver a vida com maior tranquilidade.

Viver é uma proeza e quem ficar parado com medo do que poderá acontecer, nunca ultrapassará os obstáculos que condicionam a sua vida e irá para sempre sentir-se frequentemente insatisfeito e frustrado.

Se sente algum tipo de medo e deseja ultrapassá-lo, pode recorrer a algumas sessões de psicoterapia. O acompanhamento, permite-lhe ultrapassar o que receia e viver sem medo, assim como possibilita identificar todos os sintomas cognitivos e sintomas físicos relacionados com o medo, impedindo assim, que determinados pensamentos, tais como, não vou conseguir, não sou capaz, vou bloquear… sei que vai ser assim por isso é melhor nem tentar …impossibilitem de viver em pleno, por condicionarem os seus objetivos, só por sentir alguns medos e não tentar sequer.

Procure ajuda para os ultrapassar e irá perceber o prazer que pode sentir quando se libertar dos medos que estão a condicionar as suas vivências.

Só quem possui espírito empreendedor pode sonha e alcançar todos os sonhos.

Maria Pascoal




O Pior Medo é o Medo de Nós Próprios

O medo é muitas vezes o muro que impede as pessoas de fazerem uma série de coisas. Claro que o medo também pode ser positivo, em certa medida ajuda a que se equilibrem alguns elementos e se tenham certas coisas em consideração, mas na maior parte dos casos é negativo, é algo que nos faz mal. (...) O pior medo é o medo de nós próprios e a pior opressão é a auto-opressão. Antes de se tentar lutar contra qualquer outra coisa, penso que é importante lutarmos contra ela e conquistarmos a liberdade de não termos medo de nós próprios. 

José Luís Peixoto, in Diário de Notícias